A série Favoritas Da Copa continua, falando agora da Seleção que dominou o Mundo entre 2008 e 2012, sendo campeã Mundial em 2010. Chegou a vez da Espanha.
ESPANHA
Após o fracasso no Mundial de 2014, quando foi eliminada
ainda na fase de grupos, e também ter fracassado na Eurocopa de 2016, sendo
eliminada pela Itália nas oitavas, a Espanha agora precisa dar uma resposta aos
seus torcedores, que se acostumaram a ver a Fúria figurando entre as melhores
do mundo na última década.
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| Lopetegui quer a Espanha no topo novamente. (Foto: Reprodução Twitter) |
A base da seleção não mudou muito desde a copa passada, disputada aqui no Brasil, para essa. Sergio Ramos, Piqué, Busquets, David Silva e Iniesta continuam sendo a espinha dorsal do time, que de perdas relevantes, teve apenas Casillas, Xabi Alonso e Xavi. Outros nomes estiveram presentes, mas chegam nesse mundial com mais responsabilidades que em 2014, são os casos de De Gea, agora titular absoluto no gol, Carvajal, Jordi Alba, Koke e Diego Costa. As grandes surpresas na minha opinião, foram as ausências de Fábregas e Morata na lista final. Mesmo não tendo feito uma temporada de destaque no Chelsea, são jogadores que correspondem bem com a camisa Espanhola.
Apesar de manter ainda uma base sólida, com jogadores
experientes, Julen Lopetegui, que comandou as seleções de base da Espanha,
conseguiu agregar bons jovens valores no elenco, promovendo uma boa renovação,
casos de atletas como o meia Saúl, o lateral Odriozola, o goleiro Arrizabalaga
e o meia atacante Asensio, eleito o melhor jogador jovem da Europa em 2017 pelo
diário Francês L’Equipe.
Mesmo com a mudança no comando, às características de jogo de
Lopetegui se parecem muito com as de seu antecessor, Vicente Del Bosque. Continua
sendo uma Espanha de muito ímpeto na
posse de bola e transição de jogadas, principalmente explorando os pontos fortes
de seus meio campistas. Com dois dos melhores zagueiros do mundo na atualidade,
dois laterais também entre os principais do mundo na posição, e com De Gea em
uma fase espatacular no Manchester United, a Espanha tem uma força defensiva
muito grande. E ainda tem o bônus de contar com os avanços de Jordi Alba, meia
nos tempos de Valencia, se adaptou muito bem na lateral e é um grande trunfo
como elemento surpresa.
Com um elenco muito forte, e uma boa mescla de experiência e
juventude, a Espanha tem tudo para deixar de lado o fantasma das duas ultimas
competições e figurar entre as primeiras colocadas em solo Russo.
Time Base: De Gea; Carvajal, Piqué, Sérgio Ramos, Jordi
Alba; Busquets, Koke, David Silva, Iniesta, Isco; Diego Costa. Técnico: Julen
Lopetegui.

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