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| Zagueiro Baloy foi o autor do primeiro gol panamenho em Copas. (Foto: Reuters/Murad Sezer) |
Pelo contrário, poderia ter feito até mais gols, se não
tivesse segurado o ritmo nos 30’ minutos finais de partida.
Harry Kane mostrando porque é o jogador mais caro do mundo,
se isolou na artilharia da Copa com 5 gols, e até sem querer ele marcou,
fazendo valer o ditado de que “a bola procura o cara bom”.
Mas o destaque da partida, pelo menos pra mim, foi a festa
Panamenha após o gol de honra marcado por Baloy.
Foi bonito ver a emoção daquela torcida que estava ali não
esperando uma vitória, mas apenas para apoiar sua seleção, estreante em copas e
sem pretensões nenhuma de surpreender.
Eles já estavam festejando desde o jogo contra a Bélgica,
quando também tomaram um chocolate. Mas pouco importava pra eles, marcar um gol
em uma Copa do Mundo já é uma conquista.
Quem prestou atenção nas transmissões, viu que o próprio
Baloy, jogador experiente, de 37 anos, não se conteve e foi as lagrimas após o
gol.
A história do Panamá nessa copa deve ser resumir a esse gol.
A Túnisia se mostrou uma seleção organizada nos dois jogos que disputou, e deve
vencer o último jogo. Mas a participação panamenha na Copa já ficou marcada
pela comemoração da torcida hoje.

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