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| Fellaini comemora seu gol, o de empate contra o Japão. (Foto: Reprodução Twitter) |
Um Japão, que estava conseguindo escrever um dos capítulos
mais bonitos de sua história, ao vencer à Bélgica, por 2 a 0, o que os levaria
pela primeira vez a uma quartas de final de Copa do Mundo, mas acabou
sucumbindo perante a ótima geração Belga, que virou para 3 a 2, com o terceiro
gol em um contra ataque perfeito dos belgas já no último minuto dos acréscimos.
A zebra que pensou em rondar a Arena Kazan achou melhor
ficar na dela.
O futebol mostrou mais uma vez, que a linha tênue entre um
jogador ser herói ou vilão em uma partida é muito curta.
Kawashima, o goleiro japonês, falhou de forma até grotesca
no primeiro gol da Bélgica, no entanto, no decorrer do jogo, fez defesas que
poderiam assegurar ao menos a disputa da prorrogação, não fosse o vacilo japonês
que se expôs em busca do gol no minuto final da partida.
Um ponto positivo para nós brasileiros foi ver a fragilidade
defensiva da Bélgica, principalmente pelo lado esquerdo do campo, onde Carrasco
atua como um falso ala. Se derem os espaços que deram aos japoneses hoje, o
Brasil pode aproveitar sexta-feira.
Há quem diga que o resultado foi um “castigo dos Deuses do
futebol aos japoneses, que praticaram anti-jogo contra a Polônia para garantir
vaga”. Isso porque naquela partida, o Japão passou uma boa parte da segunda
etapa trocando passes no seu campo de defesa, e não deixou o jogo fluir.
Cada time sabe das suas limitações e joga como pode. Já vi
muitos outros times ficarem com toque de bola insonso assim, e nunca havia tido
essa “comoção”.
Se para os japoneses aquela era uma forma segura de garantir
o resultado, então deixem eles. “Cada um luta com as armas que tem”.
O castigo foi por não conseguir neutralizar a Bélgica,
principalmente na bola aérea, um dos pontos fortes do time Europeu.
Vida que segue. Que venha a Bélgica sexta-feira, e que seja
um bom jogo, com o Brasil se classificando.
Agora sim, que os Deuses do futebol digam amém.
Vlw!
Jeferson Almeida

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